"Não sei se é "caso Cardinal" ou "caso Paulo Pereira Cristóvão". O Marítimo já deu instruções ao seu departamento jurídico para actuar quando for permitido. Era da mais elementar justiça que o Conselho de Disciplina da Federação tivesse aberto um inquérito para apurar responsabilidades e para quem colocou à disposição o número da conta do árbitro para fazer o depósito. A seu tempo, o Marítimo agirá em conformidade" - referiu o presidente do Marítimo.
"Se houvesse justiça célere, o Sporting já não estava na Taça de Portugal. Mas sabemos como é que a justiça desportiva funciona" - concluiu Carlos Pereira.
Foto: ASF
Sem comentários:
Enviar um comentário